quarta-feira, 10 de março de 2010


Há 6 anos atrás, mamãe alugou uma casa em Gaibu. 
Está parecendo com um começo de contos de fada, mas é vida real, quer dizer, depende do ponto de vista, enfim, estou deixando curiosos aqueles que estão lendo né?
Continuando...
Era uma casa de primeiro andar, aonde nós (minha família e eu) ficamos no primeiro andar. Com isso, existia/existe uma família no "térreo", a qual sem demora uma ficou amiga da outra. Daí ocorreram muitas festas e tra lá lá...
Depois de ter notado que era uma mãe sozinha com um casal de filhos, descobri que seu marido tinha falecido havia  apenas dois anos atrás. Pois é, descobri também que o filho mais velho, na época com 16 anos já tinha começado a trabalhar para ajudar a mãe. Fiquei muito amiga da irmã dele, que era/é bem mais nova do que eu, e como nunca gostei de praia e tinha que ir com minha mãe toda vez, ficava com ela(Laura, o nome dela, mas todos tinham o costume de chamá-la Laurinha). Mas o verão passou, e perdemos o contato com eles.

Passou-se 5 anos e não lembro como, mas voltei a falar com o filho mais velho de Suzanila (a mãe), e descobri que estavam todos ótimos, e comecei até sem querer uma amizade com Djalminha (o filho mais velho), comentei até com mamãe sobre o assunto ela adorou saber sobre eles. E quando foi perto do meu aniversário, mamãe até me pediu para convidá-los. Com o tempo adquiri uma AMIZADE muito forte com Djalminha. Hoje, eu sei que posso contar com ele, assim como ele pode contar comigo, como a gente tem feito nesse últimos meses e faremos daqui para frente.

Para terminar, como eu sempre tiro uma moral da estória, no caso, das minhas estórias, a moral desta é a seguinte: 
Lembram do meu "recomeço"? Pois é, quando menos esperei, eu vi mais uma amizade verdadeira se transformando em minha vida, daí percebi do quanto eu era sortuda ao ter verdadeiros amigos ao meu lado. 
Beijos, tchau.


Astrid.


4 comentários:

  1. As melhores amizades e coisas da vida acontecem naturalmente. Destino, como gosto de acreditar. :)

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  2. A graça do destino, como comentei no post de Nina. É a beleza da vida... Todos os melhores sentimentos, pra você, Astrid! :)

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