domingo, 11 de julho de 2010
Dom Juan De Marco!
Após muito tempo sem escrever, estou aqui novamente para contar as boas novas...
Pois é, um rapaz me viu no orkut e decidiu me add. Eu geralmente costumo excluir tais pessoas de imediato, mas seu sorriso me pareceu tão cativante e fui em busca de mais informações sobre ele. Suas fotos no orkut são para todos verem, ou seja, descobri pequenas coisas sobre ele, e decidi aceitá-lo. Daí então ele me respondeu na hora, pedindo meu msn, pensei que estava indo rápido demais, mas dei meu msn tendo sempre como alternativa excluir tal pessoa. Que excluir que nada, ele é tão gentil, me deixa tão à vontade, e o melhor... me faz sorrir!
No primeiro dia em que nos conhecemos, ficamos até 1h00 da manhã conversando pela web. No segundo dia, parecia que a conversa não tinha acabado, no terceiro, Nina, Margot e Lúcia foram para a minha casa, ao qual no meio das brincadeiras de "criança", marcamos de ir ao cinema no sábado. No quarto dia, entre uma conversa e outra ele me chamou para irmos comer comida japonesa, não aceitei de imediato mas, acabei aceitando. Nina, Margot, e Lúcia (principalmente) ficaram muito felizes por mim, e eu por ter amigas tão maravilhosas. No outro dia então arrumei minha mochila, fui para a auto escola e depois para a casa de Lúcia, que me pediu para deixá-la me arrumar.
Chegando no Zen (Lúcia também me levou lá), ele estava me esperando e ligando...hahahahahaha...
Foi muito legal, ele me contou um pouco da vida dele, e depois ele me deixou em casa, a qual ficamos um bom tempo ficando. No outro dia tínhamos combinado de ir ao cinema, mas estava tão cheio que desistimos, então ficamos andando pelo shopping, depois de um tempo ele pegou na minha mão e ficamos andando de mãos dadas, segundo meu cunhado, isso quer dizer que está marcando território, mas enfim, no final quando os avós dele foram buscá-lo, ele perguntou se eu queria conhecê-los, eu nunca iria negar isso. Os avós dele são um amor, adorei conhecê-los mesmo tendo falado tão pouco com eles. Minha irmã demorou para me buscar, então ele ligou dizendo que estava preocupado e que a avó dele tinha me achado linda.
Pode ser muito cedo, mas estou gostando muito dele, com ele me sinto à vontade, não preciso fazer joguinhos, posso ser eu mesma o tempo todo que eu sei que ele gosta de mim do jeito que sou (quase um Colin Firth, hahahahaha...), ele é diferente de todos os outros ele realmente é um Dom Juan De Marco.
Beijos,tchau
Astrid
terça-feira, 13 de abril de 2010
Pai!
O que é ser pai? Taí, uma resposta que nunca vou ter. Hoje, quem escreve é a melhor amiga de Astrid. Por que com ela aprendi a expressar o que penso, o que sinto, aprendi a ver a vida diferente, de que ela deve ser vivida, seja com os acertos ou até mesmo com erros, com eles aprendemos ainda melhor a lição. Mas voltando ao tema, hoje conversando com algumas amigas, percebi que apesar de toda a história que houve, seja meu pai e minha mãe, seja minha irmã e meu pai ou ele e eu, que apesar de tudo que aconteceu, eu ainda sinto uma saudade muito grande dele. E é a primeira vez que admito isso para alguém, ou até pra mim mesma. Todos os dias, eu me lembro pelo menos de alguma coisa dele, seja ele me chamando de sua bonequinha (essa lembrança é a que me dói mais), ou de quando viajou para o exterior e me deu meu primeiro urso de pelúcia, esse ao qual tenho até hoje, de quando pedi a letra na pulseira para ficarmos iguais (essa não tiro do braço nunca), quando ia me deixar e pegar no colégio e fazermos isso com meu irmão, do jeito que ele fumava (era diferente não sei o por que) entre diversas outras coisas. Tudo isso me dói, talvez por eu guardar esse sentimento só pra mim, talvez por lembrar de tudo isso e não poder fazer nada, talvez por lembrar que foi opção dele ficar longe da bonequinha dele, enfim, eu não sei. Ninguém esperava uma atitude dessa minha, que eu ficasse tão triste, logo eu, tão apegada a minha mãe, tão parecida com ela, e sim da minha irmã que era tão apegada a ele, tão parecida com ele. Minha mãe, sempre querendo colocar meu padrasto no lugar, eu até entendo ela, mas ele não é e nunca vai ser meu pai, podendo até me criar como um. Acho que no fundo ainda espero por aquele que me deixou, aquele ao qual eu era uma bonequinha.
terça-feira, 23 de março de 2010
Amizade!
O que seria amizade?
Amizade é o tempo vivido com determinada(s) pessoa(s)? Ou a intensidade com que é vivenciado esse tempo?
Ou os dois?Acho que amigo não se encontra em qualquer lugar, apenas acontece. Dizem que os amigos são aqueles que eram nossos irmãos na outra vida. Já ouvi falar, que são os que escolhemos (nessa vida) para serem nosso irmãos. De uma forma ou de outra, acabam sendo irmãos. Esses, os quais escolhemos para estar conosco em nossas vidas.
Amigo é aquele que te faz sorrir, que te faz chorar, que te dá conselhos, que reclama, tem horas que é perfeito, tem horas que você não consegue nem olhar na cara, que brinca, que conta segredos, que desabafa, fofoca,perde a paciência, fala coisas sem sentido, ou com sentido até demais, que lhe ampara, briga, faz as pazes, fala dos carinhas aos quais gostamos (ou não),que lhe incentiva quando ninguém confia em você, que tem a coragem de dizer que não vai dar certo, quando realmente não vai dar...
Amigo de verdade mesmo, tem muito mais características,mas a principal delas é sempre estar ao seu lado independentemente do que aconteça.
No meu caso, eu tenho amigas. Amigas essas, que têm todas essas características acima e mais milhares, e a maioria delas positivas.
Eu tenho 5 verdadeiras amigas, mas a postagem de hoje vai para 3 delas: Margot, Norma, e Nina.
Não desmerecendo as outras amigas, mas elas três são quem têm sido muito presentes em minha vida. Elas que me suportam de tal forma que não sei como. Elas que por mim, guardava em uma caixinha para que nada de mau acontecesse. Elas que quando sofrem, eu sofro junto, que a cada lágrima que cai a minha cai junto. Elas que a cada conquista, pra mim também é. A cada sorriso, o meu vem logo atrás. Elas que sempre que precisei estavam ao meu lado. Elas que são minhas flores. Elas a qual dei muita sorte de tê-las em minha vida, que alegram ela. Elas que são mais que irmãs pra mim. Que são sempre presentes em minha vida. Por elas rezo todos os dias para seus anjos protetores, para que tenham toda a felicidade do mundo. Elas que não sabem o quanto as amo incondicionalmente.
Eu já escolhi minhas irmãs, e você?
beijo, tchau.
Astrid.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Há 6 anos atrás, mamãe alugou uma casa em Gaibu.
Está parecendo com um começo de contos de fada, mas é vida real, quer dizer, depende do ponto de vista, enfim, estou deixando curiosos aqueles que estão lendo né?
Continuando...
Era uma casa de primeiro andar, aonde nós (minha família e eu) ficamos no primeiro andar. Com isso, existia/existe uma família no "térreo", a qual sem demora uma ficou amiga da outra. Daí ocorreram muitas festas e tra lá lá...
Depois de ter notado que era uma mãe sozinha com um casal de filhos, descobri que seu marido tinha falecido havia apenas dois anos atrás. Pois é, descobri também que o filho mais velho, na época com 16 anos já tinha começado a trabalhar para ajudar a mãe. Fiquei muito amiga da irmã dele, que era/é bem mais nova do que eu, e como nunca gostei de praia e tinha que ir com minha mãe toda vez, ficava com ela(Laura, o nome dela, mas todos tinham o costume de chamá-la Laurinha). Mas o verão passou, e perdemos o contato com eles.
Passou-se 5 anos e não lembro como, mas voltei a falar com o filho mais velho de Suzanila (a mãe), e descobri que estavam todos ótimos, e comecei até sem querer uma amizade com Djalminha (o filho mais velho), comentei até com mamãe sobre o assunto ela adorou saber sobre eles. E quando foi perto do meu aniversário, mamãe até me pediu para convidá-los. Com o tempo adquiri uma AMIZADE muito forte com Djalminha. Hoje, eu sei que posso contar com ele, assim como ele pode contar comigo, como a gente tem feito nesse últimos meses e faremos daqui para frente.
Para terminar, como eu sempre tiro uma moral da estória, no caso, das minhas estórias, a moral desta é a seguinte:
Lembram do meu "recomeço"? Pois é, quando menos esperei, eu vi mais uma amizade verdadeira se transformando em minha vida, daí percebi do quanto eu era sortuda ao ter verdadeiros amigos ao meu lado.
Beijos, tchau.
Astrid.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Tristeza:
É ter que rir quando se quer chorar;
É ter que ir quando se quer ficar;
É receber um não quando se espera um sim;
É antes de tudo ter que odiar quando se quer amar.
Encontrei essa "denominação" no Dr. Google, não coloquei bibliografia, pois não tinha. Enfim, estou vivendo isso: "odiar quando se quer amar". É ruim quando a gente descobre que uma pessoa determinada não está (ou não esteve) nem aí para você. É quando a gente pàra pra pensar, e se pergunta: - O que eu tenho de errado?
Vocês devem estar se perguntando, o que aconteceu. Pois é descobri pela boca do falecido (ou eu pensava que era) que ele já está fixamente em outra, ou melhor, com outra.
Espera aí para eu absorver isso!
(pensamentos).
É menina (como costumava me chamar), não te disse antes porque não falei com você.
Ô IDIOTA!
Era pra refletir não pra arrumar outra pessoa!
(Com esta morri de rir - pensamentos)
Para ser MUITO SINCERA, eu realmente não esperava ter nada com ele não, mas a forma de como tudo aconteceu, ele nem se deu ao trabalho de ser meu amigo.
Infelizmente ou felizmente escrevo mais uma vez sobre "o idiota" (da postagem anterior lembra?). Isso serve para mim e até para quem lê refletir um pouco. Eu disse anteriormente, e não irei me contradizer de que "comecei meu recomeço", mas às vezes tropeço em algumas pedras, por me acomodar e não colocá-las no lugar, mas essa pedra acabo de colocá-la no lugar.
Essa tristeza serviu para eu aprender a lidar melhor com meus sentimentos, para aprender a usar o cérebro ao invés do coração, este sim é o verdadeiro vilão dessa estória.
Mas, devem estar se questionando: - Mas se Astrid disse que só ia falar de alegria aqui, por que é que nessa postagem só fala dessa tal tristeza?!
Eu ia já chegar aí, primeiramente porque temos que passar por ela de vez em quando para chegar na alegria.
Comecei falando sobre os artigos que encontrei do Dr. Google e vou terminar neles. Essa frase estava em um texto imenso, sua fonte é parecida com meu nome e email, por coincidência ou por destino eu não sei dizer, a fonte é "Vya Estelar".
"Se você for corajoso o suficiente para ouvir o que a tristeza lhe diz, com certeza aprenderá muitas coisas sobre você e será capaz de atravessá-la e chegar nesse outro lugar... um lugar pleno de vida, alegria e amor."
São nessas horas que a gente deve refletir que, após esse momento de tristeza, devemos agradecer a Papai do céu por tê-la nos dado, porque graças a ela aprendemos a ser mais fortes. E, enquanto ainda estiver com ela (a tristeza), lembre-se sempre: "Isso também vai passar!"(Chico Xavier).
Beijos, tchau.
Astrid
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Um certo dia de novembro, ao qual eu esperei o ano todo por ele, me arrumei toda para sair com minhas amigas, pois era o meu dia, era o dia PERFEITO! Nada podia dar errado, NADA. Pois é, realmente nada deu errado, eu saí com minhas melhores amigas (pena que algumas delas não puderam ir) como já disse, dancei muito ao som da minha banda preferida, encontrei uma paixonite passada, adorei isso porque ele me viu diferente, viu uma Astrid nova. Voltando, foi o melhor dia da minha vida, pensei que não poderia ficar melhor, mas ficou, melhor dizendo eu fiquei. Com um cara alto, moreno, um pouco forte, como diria Norma Lúcia, "me levou nas alturas" literalmente. Esse "o cara" pediu o meu telefone, eu disse que ia dar meu email, ele não gostou muito, mas entendeu. Três dias depois, me adicionou no orkut e mais tarde no msn. Até então não tinha falado com ele, até que um dia, antes de ir pro curso de Inglês entro no msn, e lá está ele. No começo da conversa, não fiquei mais afim de assistir aula, mas obrigações são obrigações. Nós ficamos conversando dias, posso até dizer meses. Nós tivemos uma certa "amizade", está com aspas porque não foi uma amizade mesmo não, com o decorrer da estória vocês irão entender.
Pois bem, até de se encontrar a gente marcou. Foi quando tudo começou. Marquei com uma amiga minha de sairmos e convidei ele, ele disse que ia, até aí tudo bem. No dia, houve imprevistos e minha amiga não foi, primeiro aviso do idiota: ele não foi, e nem se deu ao trabalho de avisar. Dei um fora do tamanho da minha raiva (sou pequenininha mas minha raiva consegue ser do tamanho de um gigante), ele me pediu mil desculpas, disse que não faria de novo. Marcamos de novo, ou melhor, ele marcou para sairmos, dessa vez pensei que tinha sido esperta, não fui(concordo com nina quando ela fala que não gosta dos joguinhos,mas a gente tem que se submeter a isso, infelizmente), pois ele nem ligou, ou seja, ele não foi. Dei um fora do tamanho da minha raiva (sou pequenininha mas minha raiva consegue ser do tamanho de um gigante), ele me pediu mil e uma desculpas, disse que não faria de novo. Agora, "O Idiota" fui eu, aceitei as desculpas, idiota eu de pensar que ele não faria de novo. Engano 1: ele já tinha feito de novo; engano 2: ele não faria "de novo", porque não existiria esse "de novo". Engano meu achar que ele havia mudado, engano meu pensar que os sacrifícios só da minha parte iriam acabar. Pois é, não acabaram e no dia que nós voltamos a nos falar fazia dois meses que nos conhecíamos, e ele nem teve um lapso de memória disso. Com o tempo, as conversas foram ficando frias, ou não existiam mais. Sofri, sofri bastante porque mesmo com a distância, tudo aconteceu com bastante intensidade, como por exemplo, ele ligava pra mim pra saber o que eu estava fazendo, pra falarmos de coisas sem importância. Mas como já disse, tudo esfriou.
Até que um dia, eu e minhas amigas saimos para dançar forró de uma banda que gostamos, mas em um lugar diferente, elas foram meu grande suporte para superar essa estória. Quando chegamos nesse lugar, estávamos em um grupo grande, não só de mulheres. Foi aí que meu "recomeço começou", ao qual o "irmão" do namorado de morena, até que era bonitinho e com uma forcinha extra de Norma Lúcia, nós ficamos. Não foi nada de mais, esqueci um pouco da outra pessoa comentada lá em cima. Até que veio as comparações, nããããããããão comparações não, cada um tem seu jeito de ser, eu tenho que tirar isso da minha cabeça (pensamentos).
(...)
Moral da estória:
Independente de qualquer coisa, sei que posso contar com as minhas amigas SEMPRE!
Pois foram elas que me fortaleceram, que me disseram: - ACORDA, ESTÁS VIVA AINDA!
ESTAMOS CONTIGO PRO QUE DER E VIER!
E é assim que tem que ser.
Mas essa estória não termina aqui, ainda tenho muito a contar, afinal a estória é minha. Essa estória contada por mim, Astrid,que conto tudo e não escondo nada de ninguém. Meu ano de 2010 promete, AGUARDEM!
Beijos, tchau.
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